Entrevista
Imagem vertical da partitura digitalizada. O papel está com manchas e amarelado. Em cima podemos ler, com letra cursiva, Clarinetta Oh! Abre Alas Francisca Gonzaga Marcha Carnavalesca (1897). Segue com a partitura e ao final a assinatura de Chiquinha Gonzaga.
imagem: crédito: Acervo Instituto Moreira Salles/Coleção Edinha Diniz/Chiquinha Gonzaga

Ó abre alas, que eu quero passar

Os pesquisadores Edinha Diniz e Wandrei Braga comentam a marcha “Ó abre alas”, um marco na obra de Chiquinha Gonzaga
Fotografia colorida horizontal de Dona Jacira. Ela é uma mulher negra com cabelo loiro crespo e curto, com a raiz mais escura. Ela está com óculos de grau roxos, brincos e colar com pingentes arredondados, camiseta estampada nas cores azul, roxa, preta e branca e um crochê bege por cima. Segurando uma xícara branca na mão esquerda, ela olha para a frente, com um quase sorriso. Ao seu lado esquerda há um coador de café. Ao fundo, uma janela com grades de madeira deixa ver partes de uma árvores e uma parede de tijolos.
imagem: Demétrios dos Santos Ferreira

Dona Jacira, um certo alguém

“Sou uma mulher velha, preta, que já foi moça, que já foi criança, que já foi”, diz a artista sobre si
Fotografia em sépia de Chiquinha Gonzaga do torso para cima. Ela veste um vestido escuro com botões, manga comprida e detalhes floridos, que tem gola escondendo o pescoço. Olha para a lateral direita, com expressão séria. Seu cabelo está preso para trás. Na gola está o broche de ouro com pauta musical contendo as primeiras notas da valsa “Walkyria” (1884), composta para a opereta A Corte na Roça.
imagem: Autoria desconhecida | Acervo Instituto Moreira Salles/Coelção Edinha Diniz/Coleção Chiquinha Gonzaga

A personalidade de Chiquinha Gonzaga

Edinha Diniz, pesquisadora, escritora e socióloga, comenta aspectos da personalidade de Chiquinha Gonzaga, homenageada da 51ª Ocupação
Foto mostra Rubem Braga olhando para o lado, com uma máquina de escrever à frente.
imagem: Fundação Casa de Rui Barbosa

Todos os “fantasmas” do presidente

Gigantes da literatura, como Rubem Braga, Otto Lara Resende e Augusto Frederico Schmidt, trabalharam como ghostwriters para políticos