Mekukradjá
Retrato de Irineu Nje'a do ombro para cima. Ele está de chapéu, tem uma pintura no rosto e olha sério para a frente. A foto está em preto e branco. O fundo é amarelo e do lado direito há a aplicação do logo do Mekukradjá IC.
imagem: Arquivo pessoal

Irineu Nje'a – Mekukradjá

“Estamos na guerra da escrita, da eternização da história dos ancestrais”, diz o professor e antropólogo no segundo episódio da sexta temporada do podcast
Mulher indígena com cocar e o rosto pintado segura um microfone. Ela aparece de lado, fazendo um discurso.
imagem: divulgação

Telma Taurepang – Mekukradjá

“As mulheres indígenas ao longo destes 520 anos continuam a lutar para sua sobrevivência”, diz Telma Taurepang na estreia da sexta temporada do podcast Mekukradjá
Fotografia da rapper Katú Mirim com um filtro amarelo aplicado sobre a imagem. Ela está do lado direito da foto, tem cabelo comprido e escuro, piercing no septo, tatuagem no pescoço, está de camiseta estampada, com colar, bandana e boné. Do lado esquerdo da imagem está escrito Mekukradjá IC.
imagem: divulgação

Katú Mirim – Mekukradjá

“Existe uma memória que está no nosso DNA, e essa memória eu acredito que ninguém nega e não tem como você esconder isso”, disse a rapper
Foto de Célia Tupinambá, professora e ativista indígena. A imagem está com um filtro amarelo referente ao podcast Mekukradjá.
imagem: divulgação

Célia Tupinambá – Mekukradjá

“A mulher sofre duas vezes, três vezes, muito mais quando seu território está sendo violado, atacado, suas lideranças ameaçadas”, disse a professora
Ely Macuxi – Mekukradjá
imagem: Divulgação

Ely Macuxi – Mekukradjá

O escritor e educador Ely Macuxi fala da relação entre a tecnologia e os povos indígenas, especialmente da internet, importante ferramenta para articulação das lutas dos povos originários
Daniel Munduruku é um homem indígena, de mais de 50 anos. A foto é de close, ele está de frente, sorrindo. Ele usa uma faixa cobrindo a testa e seus cabelos são longos e compridos.
imagem: acervo pessoal

Daniel Munduruku – Mekukradjá

“As pessoas olham para mim e veem o tal do índio, que é o que está no imaginário delas, mas aquele que eu sou efetivamente ou aquilo que eu trago dentro de mim não tem nada a ver com essa palavra”
Ariel tem cabelos longos, que caem sobre os ombros. Sua expressão é séria. A fotografia é recoberta por um filtro amarelo e à esquerda do convidado está o logo do Mekukradjá.
imagem: Agência Ophelia

Ariel Ortega – Mekukradjá

Documentarista e integrante do Coletivo Mbya Guarani de Cinema, Ariel Ortega fala da sétima arte e da importância da criação coletiva e de produzir narrativas sobre sua cultura
Marina é fotografada dos ombros para cima. Tem os cabelos pretos sobre os ombros e sorri sem mostrar os dentes.
imagem: Agência Ophelia

Marina Terena – Mekukradjá

A geógrafa e educadora Marina Terena fala sobre sua trajetória, que é voltada às questões das mulheres, e sobre o seu trabalho como educadora social
Luciano aparece em close, ele sorri para a câmera.
imagem: Antônio Carlos Ferreira Banavitta

Luciano Ariabo Kezo – Mekukradjá

Luciano fala sobre as várias formas de existência da literatura em seu povo e reflete sobre o que seria uma literatura indígena. Além disso, comenta sobre as limitações da análise ocidental sobre as culturas indígenas
Homem indígena olha sério, em foto de close. Ele usa cocar e cavanhaque sem bigode.
imagem: Agência Ophelia

Jaider Esbell – Mekukradjá

"Não há como falar em arte indígena contemporânea sem falar dos indígenas, sem falar do direito à vida e à terra", diz Jaider Esbell em mais um episódio do podcast Mekukradjá