Nascida em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Bruna é poeta, tradutora e mestra em teoria e história literária pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Estreou na literatura muito cedo, aos 22 anos, com o livro A fila sem fim dos demônios descontentes, em 2006, seguido de Rua da padaria e Ladainha, entre outros. Neste depoimento, ela conta que seus primeiros contatos com a poesia foram através de cantigas, repentes e cordéis recitados pelos familiares. Entre suas primeiras influências, ela aponta poetas como Paulo Leminski, Alice Ruiz, Oswald de Andrade e Pagu, e compositores como Cazuza e Renato Russo. Beber lê poemas de Ledusha, Mário de Andrade e Waly Salomão, além de criações próprias, do seu livro Ladainha.

Pedra de toque é publicado semanalmente, sempre às quartas-feiras. Ouça todos os episódios clicando aqui ou em aplicativos especializados, como o Spotify, no celular ou no computador – basta pesquisar o nome do programa.       

Depoimento gravado em 9 de setembro de 2021.

Imagem da poeta, tradutora e mestre em Teoria e História Literária Bruna Beber com o filtro rosa que caracteriza o podcast Pedra de Toque. O logo do programa está ao lado direito da imagem, na cor verde. Abaixo dele, está o logo do Itaú Cultural na cor branca. Bruna Beber tem os cabelos lisos, na altura dos ombros, e usa óculos de grau.
Bruna Beber (imagem: Divulgação)

ITAÚ CULTURAL
Presidente: Alfredo Setubal
Diretor: Eduardo Saron
Gerente do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Claudiney Ferreira
Coordenadora do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Kety Fernandes Nassar
Apresentação: Ademir Assunção
Produção audiovisual: Amanda Lopes e Roberta Roque
Som: Cinemática Audiovisual (terceirizada)
Locução: Adriana Braga (terceirizada)
Trilha musical: “The heart knows”, de Idan Balas (Artlist)

O Itaú Cultural integra a Fundação Itaú para Educação e Cultura. Saiba mais em fundacaoitau.org.br.

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